Arquivo do autor:chris matos

a postos da espera

“Os dias passam, meu corpo apodrece. Corpos apodrecem. Por isso nada sou senão palavras. Quando escrevo, me afirmo. Quando falo, ganho sentido. Quando penso, ganho corpo. Meu corpo é letra e linha. Meu corpo palavra.”

(Camila, interpretação de Leandra Leal)

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Nome próprio, 2007

direção: Murilo Salles

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percepção da verdade

– Léa, talvez possamos recomeçar a nossa vida.

– Só temos 10 anos.

– Sim, ainda não é tarde.

(Léon e Léa, interpretação de Antoine L’Écuyer  e Catherine Faucher)

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Não sou eu, eu juro!, 2008

direção: Philippe Falardeau

virtude do inútil

*Sugestão de Felipe Augusto

“o olho vê

a lembrança revê

e a imaginação transvê

é preciso transver o mundo”

(As lições de Rômulo Quiroga, de Manoel de Barros)

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Só dez por cento é mentira, 2009

direção: Pedro Cezar

como se eu fosse de lá

– Desse jeito, Karina, eu tou me sentindo um pouquinho desprezado.

– Desprezo é quando a importância da pessoa escapole do pensamento da gente por conta própria, Antônio. Eu tou tangendo tua presença da minha cabeça pra dar cabimento a outras coisas.

(Antônio e Karina, interpretação de Gustavo Falcão e Mariana Ximenes)

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A Máquina, 2006

direção: João Falcão

idealismo em duelo

“Poesia e política são demais para um só homem”

(Sara, interpretação de Glauce Rocha)

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Terra em Transe, 1967

direção: Glauber Rocha

variável tempo

“Uma nova vida é como uma nova casa. Na sua idade, se constrói. Na minha, se compra pronta”

(Jacques Grumberg, interpretação de Claude Brasseur)

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Um lugar na platéia, 2006

direção: Danièle Thompson

coração que luta

– Qual a qualidade mais importante que um revolucionário deve ter?

– O amor.

– Amor?

– Amor pela humanidade, pela justiça e pela verdade.

(Lisa Howard e Che Guevara, interpretação de Julia Ormand e Benicio Del Toro)

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Che, 2008

direção: Steven Soderbergh