Arquivo do mês: março 2010

profissão de respeito

“Roubar é uma profissão séria. Precisa de pessoas sérias, não gente como você. O que você pode fazer de melhor é trabalhar”

(Tiberio, interpretação de Marcello Mastroianni)

 

Os Eternos Desconhecidos, 1958

direção: Mario Monicelli

…tudo se transforma

“As coisas mudam. Elas sempre mudam, essa é uma das regras da natureza. A maioria das pessoas teme as mudanças, mas se você pensar que pode contar com elas, isso as tornam um consolo”

(Robert Kincaid, interpretação de Clint Eastwood)

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As Pontes de Madison, 1995

direção: Clint Eastwood

de olhos abertos para a maldade

“A única coisa mais assustadora que a cegueira é ser a única pessoa que consegue enxergar”

(Mulher do médico, interpretação de Julianne Moore)

 

Cegueira, 2008

direção: Fernando Meirelles

trovão ou paixão?

– Você sabe o que é um trovão, não sabe?

– Claro que sei. Tem algo a ver com o ar.

– Não. Quando ”um” nuvem desajeitado daqui encontra uma nuvem graciosa dali, ele vai na direção dela. Ela foge depressa e ele desliza até ela. Ela chora um pouco, e aí você tem a chuva. Ele a conforta, seus sorrisos se iluminam, e aí aparece o relâmpago. Eles se beijam: trovão.

(Jerry Travers e Dale Tremont, interpretação de Fred Astaire e Ginger Rogers)

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O Picolino, 1935

direção: Mark Sandrich

a vida é agora

“A vida se move muito rápido. Se você não para e olha em volta de vez em quando, pode perdê-la”

(Ferris Bueller, interpretação de Matthew Broderick)

 

Curtindo a Vida Adoidado, 1986

direção: John Hughes

diferente perspectiva

* Sugestão de Jonga Vasconcelos

– Eu não quero me alimentar de você. Mas tenho muita fome. Sou muito grande.

– Já te ocorreu que talvez você não seja tão grande assim? Que talvez esse lugar seja muito pequeno?

(Karl – O Gigante e Ed Bloom, interpretação de Matthew McGrory e Ewan McGregor/Albert Finney)

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Peixe Grande, 2003

direção: Tim Burton

infinitos segundos

“Ninguém viveu no mundo, ninguém viverá no mundo. O presente é a forma de toda a vida. É uma posse que nenhum mal pode lhe tirar. O tempo é como um círculo que gira infinitamente. O arco que desce é o passado, o que sobe é o futuro. Tudo foi dito. A menos que as palavras mudem de sentido. E o sentido, de palavras”

(Alpha 60)

 

Alphaville, 1965

direção: Jean-Luc Godard